O INCONSCIENTE FREUDIANO


Inconsciente: o principal conceito freudiano.

Formador de estruturas patológicas e não patológicas, o inconsciente estrutura a vida humana tal como ela se dá.

E a psicanálise é o estudo do inconsciente e a maneira como ele incide.

Antes de Freud o inconsciente era visto como algo sombrio e enigmático.

O que Freud faz não é inventar ou descobrir o inconsciente, mas sim desenvolver uma ferramenta de estudo e pesquisa do mesmo.

Inconsciente é tudo aquilo que escapa à consciência do indivíduo. É o impensável de si, o incontrolável, mas que tem grande potência de incidência sobre o indivíduo.

Através da clínica, ou seja da observação prática e da escuta, Freud foi percebendo padrões da psique, comum à todos. Foi se dando conta, no dia a dia, que os fenômenos incontroláveis que têm sua origem no inconsciente, aparecem na vida cotidiana travestido das mais diversas maneiras e se manifestando através de escapes e sintomas.

Escape é tudo aquilo que foge à defesa e surge através de sonhos, ato falhos, chistes etc.

Aquilo que sucumbe à defesa, ou seja, que não escapa, surge nos sintomas, como angústia, ansiedade, fobias e tantos outros mais.

Podemos entender a psicanálise como o estudo do choque entre forças antagônicas (id x ego). Suas pulsões indo de encontro às solicitações do ambiente externo. Esse choque dá luz à neuroses e consequentemente sofrimento.

E tudo aquilo que o indivíduo entende como algo inaceitável ao ambiente externo, é jogado de volta ao “lugar” chamado inconsciente. Esse conteúdo recalcado vai estruturar o inconsciente e retornará através dos sintomas.

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